Mais uma contribuição ao ramo dos Oliveira Pantoja, do Pará: pesquisando nos arquivos do site http://www.dominiopublico.gov.br/, encontrei a tese "Muito além dos seringais: Elites, Fortunas e Hierarquias no Grão-Pará, c.1850 - c.1870", de Luciana Maria Batista, que fala, no capítulo III, sobre as alianças sociais entre as famílias da sociedade do Pará. Há diversas referências às origens dos Oliveira Pantoja.
Alguns nomes: Amandio José de Oliveira Pantoja, Josefa Florêncio de Oliveira Pantoja, José de Oliveira Pantoja, Romualdo de Oliveira Pantoja, Tomás de Oliveira Pantoja.
domingo, 2 de maio de 2010
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
Família Pantoja no México
Encontrei um site da Família Pantoja de Guanajuato, Mexico.
O que achei mais interessante é que trazem algumas informações sobre a origem do nome Pantoja.
Nâo posso dizer que estas informações estão 100% corretas. Entrei em contato com o site para obter mais informações, mas não retornaram o meu email.
De qualquer forma, resolvi reproduzir um trecho aqui e, como o site é em inglês, fiz uma tradução livre. Se alguém tiver sugestões de melhoria do texto, pode enviar através dos comentários.
O sobrenome Pantoja
O sobrenome Pantoja parece ter se originado em Castilla, em La Villa de Pantoja, perto de Toledo, Espanha.
A pesquisa indica que pode ser associado com o espanhol, que significa "aquele que veio do Pantoja, na Espanha." O sobrenome Pantoja tem sua origem em um das oito linhagens "mozarabic" (cristãos na Espanha muçulmana), da cidade de Teledo, das famílias nobres descendentes de Toledo, Palomeque, Illan, Portocarrero, Gudiel, Cervatos & Almidez. Destas linhagens, vem a família Almidez e da Almidez procede-se diretamente aos Pantoja. Os Pantoja eram conhecidos pelo sobrenome Almidez, até que o rei D. Afonso VI de Castella, reconquistou a cidade de Toledo. A partir daí, os Almidez foram presenteados com a Villa de Pantoja e adotaram o nome da vila como o seu sobrenome.
Durante o reinado de Afonso VII "El Emperador", muitos Pantoja tonaram-se cavaleiros.
Don Pedro Alonso Perez de Pantoja, mestre da Ordem de Alcântara, faleceu em Algeciras, em 1342, lutando contra os mouros. Nesta ação, os Pantoja se notabilizaram, através de dois sobrinhos, filhos de seu irmão Hernán Pantoja.
Um bisneto de Hernán Pantoja, também chamado Hernan, tornou-se Comendador da Ordem de Santiago e serviu a Don Enrique IV e os reis católicos nas guerras contra Portugal. Em 1519, na cidade de Cáceres, nasceu Pedro Pantoja, que viajou para as Índias (Novo Mundo) em 1537 e para o Chile em 1551, na expedição de Francisco de Villagra; fundador e vereador da cidade de Vadiva, foi notário do Império e prefeito, em 1562. Casou com D. Beatriz Cervantes, deixando uma grande descendência.
O que achei mais interessante é que trazem algumas informações sobre a origem do nome Pantoja.
Nâo posso dizer que estas informações estão 100% corretas. Entrei em contato com o site para obter mais informações, mas não retornaram o meu email.
De qualquer forma, resolvi reproduzir um trecho aqui e, como o site é em inglês, fiz uma tradução livre. Se alguém tiver sugestões de melhoria do texto, pode enviar através dos comentários.
O sobrenome Pantoja
O sobrenome Pantoja parece ter se originado em Castilla, em La Villa de Pantoja, perto de Toledo, Espanha.
A pesquisa indica que pode ser associado com o espanhol, que significa "aquele que veio do Pantoja, na Espanha." O sobrenome Pantoja tem sua origem em um das oito linhagens "mozarabic" (cristãos na Espanha muçulmana), da cidade de Teledo, das famílias nobres descendentes de Toledo, Palomeque, Illan, Portocarrero, Gudiel, Cervatos & Almidez. Destas linhagens, vem a família Almidez e da Almidez procede-se diretamente aos Pantoja. Os Pantoja eram conhecidos pelo sobrenome Almidez, até que o rei D. Afonso VI de Castella, reconquistou a cidade de Toledo. A partir daí, os Almidez foram presenteados com a Villa de Pantoja e adotaram o nome da vila como o seu sobrenome.
Durante o reinado de Afonso VII "El Emperador", muitos Pantoja tonaram-se cavaleiros.
Don Pedro Alonso Perez de Pantoja, mestre da Ordem de Alcântara, faleceu em Algeciras, em 1342, lutando contra os mouros. Nesta ação, os Pantoja se notabilizaram, através de dois sobrinhos, filhos de seu irmão Hernán Pantoja.
Um bisneto de Hernán Pantoja, também chamado Hernan, tornou-se Comendador da Ordem de Santiago e serviu a Don Enrique IV e os reis católicos nas guerras contra Portugal. Em 1519, na cidade de Cáceres, nasceu Pedro Pantoja, que viajou para as Índias (Novo Mundo) em 1537 e para o Chile em 1551, na expedição de Francisco de Villagra; fundador e vereador da cidade de Vadiva, foi notário do Império e prefeito, em 1562. Casou com D. Beatriz Cervantes, deixando uma grande descendência.
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quinta-feira, 23 de abril de 2009
Manuel de Oliveira Pantoja
Pesquisando nos arquivos da Torre do Tombo Online, encontrei uma referência ao processo de Manuel de Oliveira Pantoja, morador do Pará. O processo correu entre 26/09/1763 e 04/01/1764. Nele, há as seguintes informações sobre Manuel: 43 anos, rendeiro, vive de sua fazenda, viúvo, cônjuge Teresa Maria de Ataíde, filho de José de Oliveira Pantoja e Luísa Maria de Bettencourt. Este é, até agora, a citação mais antiga que encontrei de um Pantoja no Brasil.
Encontrei ainda citação a Amândio José de Oliveira Pantoja e Lourenço António de Oliveira Pantoja , ambos como filhos de Manuel de Oliveira Pantoja.
Vale destacar que também encontrei nesta pesquisa o nome de Carlos de Oliveira Pantoja que, em 21/04/1798, foi nomeado para o posto de Tenente do Regimento de Auxiliares da Capitania do Pará. Não consegui achar ligação entre ele e os demais Oliveira Pantoja, mas é muito provável que sejam parentes.
Se você tiver alguma informação a acrescentar a este post, por favor envie-nos um comentário.
Para saber mais sobre os arquivos da Torre do Tombo, clique aqui.
Encontrei ainda citação a Amândio José de Oliveira Pantoja e Lourenço António de Oliveira Pantoja , ambos como filhos de Manuel de Oliveira Pantoja.
Vale destacar que também encontrei nesta pesquisa o nome de Carlos de Oliveira Pantoja que, em 21/04/1798, foi nomeado para o posto de Tenente do Regimento de Auxiliares da Capitania do Pará. Não consegui achar ligação entre ele e os demais Oliveira Pantoja, mas é muito provável que sejam parentes.
Se você tiver alguma informação a acrescentar a este post, por favor envie-nos um comentário.
Para saber mais sobre os arquivos da Torre do Tombo, clique aqui.
terça-feira, 21 de abril de 2009
Jacinto Adolpho de Aguilar Pantoja
Pesquisando na internet, encontrei um blog que fala da criação de Brusque, em Santa Catarina. Nele, o bacharel Jacinto Adolpho de Aguilar Pantoja é citado com o nomeado para a missão de regularizar a propriedade do lotes concedidos, cobrar a dívida dos imigrantes, administrar os bens do patrimônio nacional, enfim, ultimar os negócios coloniais pouco antes da criação do município. Isso aconteceu em 13 de março de 1881.
O que me chamou a atenção foi a similaridade do nome com o de Gustavo Adolpho de Aguilar Pantoja.
Se alguém souber de algum parentesco entre os dois, por favor me envie um comentário.
O que me chamou a atenção foi a similaridade do nome com o de Gustavo Adolpho de Aguilar Pantoja.
Se alguém souber de algum parentesco entre os dois, por favor me envie um comentário.
sábado, 28 de março de 2009
Diogo de Aguiar Pantoja
Achei uma referência a um Diogo de Aguiar Pantoja (mesmo nome de meu bisavô) no Volume I de "Historia Da Revolta de 6 de Setembro De 1893", de Felisbello Freire (Publicado por BiblioBazaar, LLC, 2008- ISBN 0559815220, 9780559815225 - 376 páginas). No documento, ele é citado como Capitão da Brigada Policial da Capital Federal, o que confere com a história contada pela minha família, de que ele seria militar.
O episódio citado é a segunda Revolta da Armada, um movimento de rebelião promovido por unidades da Marinha do Brasil contra o governo do marechal Floriano Peixoto, supostamente apoiada pela oposição monarquista à recente instalação da República.
Diogo de Aguiar Pantoja é citado comandando um grupo de vinte praças no combate aos revoltosos.
O episódio citado é a segunda Revolta da Armada, um movimento de rebelião promovido por unidades da Marinha do Brasil contra o governo do marechal Floriano Peixoto, supostamente apoiada pela oposição monarquista à recente instalação da República.
Diogo de Aguiar Pantoja é citado comandando um grupo de vinte praças no combate aos revoltosos.
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