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sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Diogo de Aguiar Pantoja (2)

Descobri um site, http://www.jusbrasil.com.br/, excelente para apoio às pesquisas genealógicas. Ele permite realizar buscas a todos os atos e decisões judiciais, como os publicados no Diário Oficial da União, por exemplo.

Lá encontrei referências preciosas, que comprovam que Diogo de Aguiar Pantoja é mesmo meu bisavô, a data aproximada de seu falecimento, idade em que faleceu (o que me permite calcular o ano de nascimento), o nome completo de uma de suas esposas e filhos:
  • No DOU de 23/01/1890 - "o tenente Diogo de Aguiar Pantoja recebe o título de alferes";
  • No DOU de 07/11/1894 - "foram concedidas as seguintes honras, aos oficiais da Brigada Policial da Capital Federal, pelos serviços prestados durante a revolta do (?) de setembro: de capião, ao major Diogo de Aguiar Pantoja";
  • No DOU 08/11/1894, é feita a correção: "as honras dos postos concedidos aos capitães da brigada policial (...) e Diogo de Aguiar Pantoja são no posto de major e não de capitão como foi hontem publicado".
  • No DOU 19/01/1895, é nomeado "para a brigada policial desta capital, Ajudante da 4a. seção do regimento de infantaria, o capitão Diogo de Aguiar Pantoja";
  • No DOU 08/04/1897, consta o seguinte comunicado: "Obituário -Foram sepultadas no dia
    30 de março findo as seguintes pessoas falecidas de: (...)
    Arterioesclerose -o fluminense Diogo Aguiar Pantoja, 41 anos, casado, falecido na brigada policial";
  • No DOU 23/04/1899 - "Ao diretor geral da Contabilidade do Tesouro Federal, (?) o respectivo processo, os títulos de montepio da viúva e filhos menores do capitão (?) (?) brigada Diogo de Aguiar Pantoja.
  • DOU 15/05/1899 - "De D. Geraldina Isabel de Brito Pantoja, viúva do capitão da brigada policial desta Capital Diogo de Aguiar Pantoja, na importância anual de 6(?)0$,e de seus filhos menores Castorina, Albertina, Diogo, Alberto e Geraldina. -0 tribunal julgou legal o título expedido à dita viúva, oficiando-se ao Ministério da Fazenda sobre o quantitativo para funeral ou luto, de acordo com os pareceres, e, quanto aos dos menores, converteu o julgamento em diligência para o efeito de serem exibidas as certidões de nascimento dos do nomes Diogo, Alberto e Geraldina, extraídas do registro civil".
  • DOU 02/07/1899 - "Dos menores Castorina, Albertina, Diogo, Alberto e Geraldina, filhos do finado capitão da brigada policial desta Capital Diogo Aguiar Pantoja, na importancia annual do 120$ a cada um";

terça-feira, 11 de maio de 2010

Albertina Pantoja Pedrosa

Consegui uma referência que, acredito, confirma que Diogo de Aguiar Pantoja é realmente meu bisavô: pesquisando no site de livros do Google, encontrei em um Relatório de 1923 a referência a Albertina Pantoja Pedrosa, como filha de Diogo, o Capitão da Brigada Policial da Capital Federal. Consultei minhas tias para saber se meu avô tinha uma irmã com o nome de Albertina e elas confirmaram a informação.

terça-feira, 21 de abril de 2009

Jacinto Adolpho de Aguilar Pantoja

Pesquisando na internet, encontrei um blog que fala da criação de Brusque, em Santa Catarina. Nele, o bacharel Jacinto Adolpho de Aguilar Pantoja é citado com o nomeado para a missão de regularizar a propriedade do lotes concedidos, cobrar a dívida dos imigrantes, administrar os bens do patrimônio nacional, enfim, ultimar os negócios coloniais pouco antes da criação do município. Isso aconteceu em 13 de março de 1881.
O que me chamou a atenção foi a similaridade do nome com o de Gustavo Adolpho de Aguilar Pantoja.
Se alguém souber de algum parentesco entre os dois, por favor me envie um comentário.

sábado, 28 de março de 2009

Diogo de Aguiar Pantoja

Achei uma referência a um Diogo de Aguiar Pantoja (mesmo nome de meu bisavô) no Volume I de "Historia Da Revolta de 6 de Setembro De 1893", de Felisbello Freire (Publicado por BiblioBazaar, LLC, 2008- ISBN 0559815220, 9780559815225 - 376 páginas). No documento, ele é citado como Capitão da Brigada Policial da Capital Federal, o que confere com a história contada pela minha família, de que ele seria militar.
O episódio citado é a segunda Revolta da Armada, um movimento de rebelião promovido por unidades da Marinha do Brasil contra o governo do marechal Floriano Peixoto, supostamente apoiada pela oposição monarquista à recente instalação da República.
Diogo de Aguiar Pantoja é citado comandando um grupo de vinte praças no combate aos revoltosos.

quinta-feira, 12 de março de 2009

Os Aguiar Pantoja

Meu bisavô chamava-se Diogo de Aguiar Pantoja e deve ter vivido nos anos de 1800, durante o Império . Tenho muito poucas informações sobre ele, mas pesquisando este conjunto de sobrenomes, encontrei duas pessoas que me chamaram atenção: o Tenente Hermógenes Francisco de Aguilar Pantoja, que participou da Conjuração Baiana, também conhecida como Revolta dos Alfaiates, em 1789, e Gustavo Adolfo de Aguiar Pantoja (que também encontrei na grafia antiga, como Gustavo Adolpho de Aguillar Pantoja), ministro de Relações Exteriores do Brasil, no período regencial, de 1º de novembro de 1836 a 20 de fevereiro de 1837 e nomeado ministro do Supremo Tribunal de Justiça em 10 de abril de 1855. Gostaria de investigar mais, pois há muita possibilidade de que meu bisavô seja parente de um deles. Se você tiver alguma informaçãos sobre estes dois personagens e quiser contribuir para a história da família Pantoja, comente neste post.
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